
Na sociedade ultra-contemporanea, vivemos e convivemos com o que há de mais moderno e tecnológico. Nunca na historia da humanidade essa mesma humanidade esteve tão próxima. Não existe distância em qualquer canto ou recanto do planeta que não se consiga alcançar com um simples "clic" de mouse interconectado a uma rede de computadores, comumente conhecida como internet. Com a globalização veio a multiculturação dos povos, à miscigenação de idéias e valores que perpassam as barreiras intercontinentais, transformando o mundo numa aldeia global. No entanto, toda essa junção territorial, cultural, ideológica, multi-étnico, etc., etc., é assolada por um conceito por demais prejurássico que teima em inflamar todos os setores de uma sociedade, seja ela considerada primitiva ou pós-moderna: a violência.
Não objetiva-se aqui discorrer sobre violência em toda a abrangência a que requer o termo, até por que seria muita presunção de um mero educador. Entretanto, chama-se aqui a atenção para um - entre o milhares, tipo de violência: a violencia na escola. Na afirmação de que somos educadores, cabe-nos, não obstante, aludir algumas observações sobre essa temática.
Para Michaud (1989), a violência ocorre quando, em uma situação de interação, um ou vários autores agem de maneira direta ou indireta, maciça ou esparsa, causando danos a uma ou mais pessoas em graus variáveis, seja em sua integridade física, seja em sua integridade moral, em suas posses, ou em suas participações simbólicas e culturais.
Já para Candau (1999) a marca constitutiva da violência seria a tendência à destruição do outro, ao desrespeito e à negação do outro, podendo assim ocorrer no plano físico, psicológico ou ético.
Para Michaud (1989), a violência ocorre quando, em uma situação de interação, um ou vários autores agem de maneira direta ou indireta, maciça ou esparsa, causando danos a uma ou mais pessoas em graus variáveis, seja em sua integridade física, seja em sua integridade moral, em suas posses, ou em suas participações simbólicas e culturais.
Já para Candau (1999) a marca constitutiva da violência seria a tendência à destruição do outro, ao desrespeito e à negação do outro, podendo assim ocorrer no plano físico, psicológico ou ético.
Seja qual for a forma, Tais conceitos transfiguram um outro conceito inimigo número um da escola - a indisciplina. Esta Aparece sob todas as formas de conflito que incorporam uma capacidade de resistência ao trabalho com o conhecimento e uma dificuldade em respeitar as normas e regras da escola, expressando-se quer sob uma aparente submissão, quer através de excessos de todos os tipos: depredação, pichações, zombarias, riso, ironia, tagarelice, maus comportamentos, desordem, atitude de desrespeito, de intolerância aos acordos firmados. Tais manifestações são as gêneses da indisciplina.
Essa indicisplina configura-se como a incapacidade do aluno ou grupo em se ajustar às normas e padrões de comportamento esperados, capazes de pautar a conduta de um indivíduo ou grupo; falta de limites; Ausência ou negação de um comportamento desejável.
Essa indicisplina configura-se como a incapacidade do aluno ou grupo em se ajustar às normas e padrões de comportamento esperados, capazes de pautar a conduta de um indivíduo ou grupo; falta de limites; Ausência ou negação de um comportamento desejável.
Como lidar com essa violência? O que fazer diante da inversão de valores ao qual nos submetemos todos os dias? São perguntas que nos farão refletir mais e mais e num próximo encontro faremos nova abordagem.
Francisco Antonio - Pedagogo.
